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	<title>Arquivos make sound &amp; music - Palco Pop</title>
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	<title>Arquivos make sound &amp; music - Palco Pop</title>
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		<title>As Bandas Que Ouvi Por Aí: A música intensa e autobiográfica de Marcelo Maderah</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Carlos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2018 13:48:19 +0000</pubDate>
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<p style="text-align: justify;">A vida do cantor e compositor <a href="https://www.instagram.com/marcelomaderah/?hl=pt-br">Marcelo Maderah</a> sempre foi um mar de rosas cheias de espinhos. Devido à dificuldade de seus pais em conseguir um emprego morou em diferentes lugares totalizando seis cidades de diferentes estados, mas foi graças a sua trajetória, repleta de momentos intensos, que compôs algumas de suas melhores músicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a sua adolescência em Itararé, interior de São Paulo, conheceu Pedro Oller, um jovem músico que viria a ser um verdadeiro divisor de águas em sua vida, porém só aconteceria anos mais tarde.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2017, <a href="https://www.facebook.com/pedro.oller.msm/">Pedro Oller</a> estava prestes a finalizar o curso de Produção Fonográfica na Fatec de Tatuí quando decidiu, junto a uma equipe de amigos, escolher um novo artista para a sua produtora, <strong><a href="https://www.facebook.com/makesoundmusic/">Make Sound &amp; Music</a>. </strong>Com o objetivo de produzir músicas de qualidade Pedro logo se lembrou de seu velho amigo Marcelo Maderah e resolveu fazer o convite. Para nossa sorte Maderah aceitou a proposta e o resultado você confere agora!</p>
<p>Aos fãs de <strong>Scalene</strong> e <strong>Legião Urbana</strong>, Marcelo Maderah é o rock que lhe faltava.</p>
<p>Ouça a música &#8220;Contrabaixo da Minha Cozinha&#8221;</p>
<p><iframe class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Xsw5n11sXpc?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Começo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Comecei a me interessar por música desde pequeno, muito cedo mesmo, logo comecei a escrever e ao longo da minha pré-adolescência e adolescência eu ouvi muito música, escrevi muita poesia, muitas músicas eram sobre tudo que eu vivia. Com dezoito anos fui pra Curitiba por minha conta e risco pra procurar oportunidades na música, mas não deu muito certo e eu acabei trabalhando de pedreiro. Eu sempre tive bandas de rock cover, mas nunca iam para frente e nesse período tive que ser super auto de data porque meus pais não pobres e nunca tiveram dinheiro para me dar um instrumento, então eu aprendi com os dos meus amigos. Sempre escrevi muito e sobre tudo, geralmente sentimentos, saudades, coisas assim. Depois de Curitiba eu acabei vindo para Palmas onde eu conheci nos integrantes da minha banda.</em>”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A luta precoce por independência </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“No início eu não tive o apoio dos meus pais, tive que lutar pela minha independência e pela música desde muito, mas com o tempo eles perceberam que não era uma fase e que eu não iria desistir. Hoje está tudo muito claro entre nós e posso dizer que eles me apoiam moralmente, mas o meu primeiro violão eu tive com 20 anos e eu mesmo trabalhei e comprei, então isso, simbolicamente, representa que eles nunca aceitaram de forma natural, foi um respeito conquistado.” </em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A depressão </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Estava passando por uma depressão profunda, estava em um período de desilusão com a música. Voltar a tocar e montar minha banda me salvou e me deu ânimo para continuar, montamos a banda em 2016 e não paramos mais de compor e tocar. Em 2017 fui fazer faculdade de Publicidade em Lages (SC), mas novamente não me sentia bem. Eu comecei a ter ataques de pânico e parei de trabalhar e estudar, só ficava deitado, quando voltei para Palmas descobri que tinha transtorno maníaco depressivo, larguei tudo e voltei de vez para música.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eu sempre me imaginei em cima do palco maquiado, sempre tive um flerte com o teatro e com o circo, minha imaginação é muito fértil. Eu amo o <strong>Kiss</strong> e amo <strong>O Teatro Mágico,</strong> adoro <strong>Secos e Molhados </strong>e <strong>Alice Cooper</strong>. Existe uma agonia em mim que quando eu estou caracterizado me transforma num ser um pouco mais livre.”</em></p>
<p><strong>O Single </strong></p>
<p><em>“Meu contato com o Pedro Oller voltou quando ele veio me convidar para gravar um single que foi “<strong>O Contrabaixo da minha cozinha</strong>”. Eu sempre compus sozinho em casa e nunca divulguei muito além das redes sociais, então ele propôs para que a gente gravasse a música. Fico emocionado de lembrar o quanto ele e a equipe se dedicaram, o Pedro refez os arranjos e transformou a música inteira. Eu não acreditava muito no meu potencial como artista, mas quando via os vídeos de making of e as palavras de incentivo e admiração da equipe comecei a sentir um orgulho muito grande pelo meu trabalho, então, quando lançamos o single decidimos dar um passo mais audacioso e gravar o EP.”</em></p>
<p><strong>O EP</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Eu sempre amei as aventuras da vida, as experiências, sempre vivi muito intensamente e impulsivamente, e isso sempre teve suas consequências, a saudade, o adeus e a rejeição, são algumas. O nome do EP diz muito sobre ele o <strong>Ode ao Adeus</strong> é como uma reverência a todas as coisas que eu vivi e passei para o papel, mesmo que elas me causassem a dor do adeus. A música homônima ao nome do EP, na primeira estrofe, fala sobre um amor que aconteceu quando eu tinha 15 anos e a segunda estrofe, depois do refrão, fala desse mesmo amor que renasceu após cinco anos causando grandes conflitos e muito material de escrita. A música <strong>Contrabaixo da minha cozinha</strong>  fala sobre todos os amigos que eu fui deixando para trás nos lugares que passei.  A <strong>I</strong><strong>nsulto</strong> fala sobre como eu lido com tudo isso como eu lido com minhas escolhas, como me recupero das minhas quedas. Está tudo muito interligado nesse trabalho, é quase conceitual, pode se dizer que tudo que eu escrevo de alguma forma é conceitual.&#8221;</em></p>
<p>Atualmente, Marcelo mora com seus pais e trabalha durante todo o dia para que daqui a alguns meses consiga se mudar para São Paulo e trabalhar de perto com a produtora <strong>Make Sound &amp; Music</strong>. Junto com o apoio da equipe, amigos e de muitos fãs que estão surgindo, Maderah deseja fazer uma turnê pelos bares da capital levando sua música que é pura verdade e poesia.</p>
<p>A autobiografia presente em suas letras diz muito sobre tudo que passou em sua vida e se assemelha as composições do cantor <strong>Renato Russo</strong>, assim como o timbre de sua voz. O carácter moderno dos arranjos contrasta com as letras, mas sem que as prejudique. O uso de sintetizadores, dobras vocais e riffs de guitarra contribuem para a imersão do ouvinte na trajetória de Maderah.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que os fãs podem esperar de você para os próximos meses?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Sobre o EP os fãs podem esperar muita poesia e eruditismo são músicas com letras que podem ter várias interpretações diferentes. Eu e a Make Sound &amp; Music estamos preparando muito material novo e também muitos shows pra que cada vez mais as pessoas possam conhecer meu trabalho. Em breve, com muito esforço, pé no chão, muita verdade e poesia, daremos cada vez passos mais largos. Estamos preparando também os lyric videos das músicas e a médio prazo poderemos lançar clipes.”</em></p>
<p>Que suas experiências continuem se transformando em boas músicas, afinal é como você disse: <em>o rock agoniza, mas não morre</em>!</p>
<p style="text-align: justify;">Ouça o EP &#8220;Odeo Ao Adeus&#8221; no Spotifty:</p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Ode ao Adeus" style="border-radius: 12px" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/4nm1ZcvG7W4p010nnL2sGh?utm_source=oembed"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://palcopop.com/2018/04/27/as-bandas-que-ouvi-por-ai-a-musica-intensa-e-autobiografica-de-marcelo-maderah/">As Bandas Que Ouvi Por Aí: A música intensa e autobiográfica de Marcelo Maderah</a> apareceu primeiro em <a href="https://palcopop.com">Palco Pop</a>.</p>
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