Lagum enaltece a força de Belo Horizonte com o Festival A Ilha, no Mineirão - Palco Pop
Música | Publicado por Karine Salazar em 28 de junho de 2022.
Lagum enaltece a força de Belo Horizonte com o Festival A Ilha, no Mineirão

No último sábado (25), a banda Lagum comprovou o quanto Belo Horizonte é forte musicalmente com o seu festival “A Ilha”. Os idealizadores do evento se juntaram ao line-up que contou com nomes como Anavitória, Marcelo D2, Sidoka, FBC, Rubel, Melim, Yoùn, Gabriel do Borel e outros.

O evento teve ingressos com valores entre R$60 e R$110 (meia), desde o lote promocional até o último lote. A programação teve início 12h e acabou 00h, contando com dois palcos, Ilha e Céu, ambos com estruturas impecáveis, separados por uma distância pequena, o que facilitou o trânsito do público, sem que o som de um interferisse no do outro.

Foto: Nelson Avelar

A primeira apresentação do dia foi do rapper Sidoka, no Palco Ilha, que depois de um show memorável no Festival Cena 2k22 em São Paulo, realizou outra apresentação igualmente inesquecível no Festival A Ilha, dessa vez em casa, já que o cantor é de Belo Horizonte. Enquanto isso, no Palco Céu, a banda mineira Pipa recebeu a cantora Bárbara Leão para uma participação especial em seu show.

Com uma programação recheada de artistas locais, o festival contou também com apresentações dos cantores Paige, Kaike, Malaca, FBC e da banda Daparte, que teve participação especial da cantora carioca Clarissa.

Um dos shows mais aguardados da noite foi o da idealizadora do festival, Lagum. A banda se apresentou no Palco Ilha e o show contou com a participação especial de Rubel, Melim e Anavitória, que foi a atração surpresa recebida. O público presente estava extremamente empolgado em cada música tocada pela banda e seus convidados, cantando todas as letras e deixando o festival ainda mais lindo.

Foto: Nelson Avelar

A apresentação da Lagum durou cerca de duas horas e, no final, o público ainda pediu mais. Após supostamente o show acabar e as luzes se apagarem para que o próximo artista fosse recebido, o público gritou incessantemente para a banda voltar e tocar NINGUÉM ME ENSINOU, que não foi cantada ao longo do show.

Com isso, alguns minutos se passaram e a banda retornou ao palco em uma interpretação memorável da música e uma homenagem ao inesquecível Tio Wilson, que teve sua mãe presente no palco do festival nesse momento.

Foto: Nelson Avelar

Se o objetivo do festival era que “estilos musicais e tribos diferentes” se encontrassem e que as pessoas pudessem “se sentir elas mesmas, curtindo o som que gostam, ficando ao lado de quem importa pra elas, sem preocupação”, ele foi concluído com sucesso. As apresentações, que foram desde o trap ao funk, contaram com um público diversificado, muito empolgado para todos os shows, o que, aliado à organização irreparável do evento, proporcionou um dia extremamente agradável aos presentes.

A primeira edição do Festival A Ilha foi um sucesso e como a gente também detesta despedidas, já estamos ansiosos para as próximas edições! Até logo.

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