Música | Publicado por Letícia Gontijo em 4 de fevereiro de 2019.
Maroon 5 canta seus grandes hits no intervalo do Superbowl, mas sofre críticas

Em meio a muitas polêmicas envolvendo a escolha da banda para o show do intervalo do “Super Bowl 53”, Maroon 5 foi a atração principal. Na noite deste domingo (3), direto de Atlanta, nos EUA, o grupo comandado por Adam Levine tocou num palco em forma de “M”, junto dos convidados especiais Travis Scott e Big Boi.

A performance foi marcada por grandes clássicos da carreira, muitos efeitos visuais e uma homenagem ao desenho “Bob Esponja”.

O Maroon 5 começou o show botando todo mundo para cantar “Harder to Breathe” e já emendaram em “This Love”. Em seguida Travis Scott chegou de forma explosiva ao som de seu hit “Sicko Mode”. Ele foi apresentado por um vídeo em que o personagem Lula Molusco diz: “E agora um verdadeiro gênio musical que não precisa de introdução.”. Até que um “meteoro” caiu dentro do estádio e o músico apareceu. Veja:

Logo depois, Maroon 5 continuou seu show com “Girls Like You” e “She Will Be Loved” e drones iluminados voaram pelo estádio e formaram as palavras “One Love”. Na sequência Big Boi se juntou a banda e ele e Adam cantaram “The Way You Move”. Já no final o vocalista cantou “Sugar” e tirou a camisa para encerrar com “Moves Like Jagger”. Veja a apresentação completa:

Mesmo com toda essa performance o show do Maroon 5 no intervalo do Superbowl sofreu duras críticas por parte do “The New York Times”, que disparou:


“Em um ano em que o show do intervalo do Super Bowl se tornou um referendo sobre atenção à política, no qual a NFL se tornou o ponto de partida para conversas sobre justiça racial nos EUA, Maroon 5 foi uma escolha cinicamente apta”

A crítica remete às questões envolvendo Colin Kaepernick, o então quarterback do San Francisco 40ers, que na pré-temporada do ano passado se recusou a levantar durante o hino dos Estados Unidos em repúdio ao “tratamento que os negros recebiam nos EUA.” Em apoio ao jogador, Rihanna recusou convite para ser a atração deste ano do Superbowl.

E não para por aí! O crítico de música pop do jornal finaliza dizendo:


“É uma banda neutra, inofensiva, que não promete muito. Por quase duas décadas, ela consegue ser popular sem deixar qualquer marca musical.”

Polêmico! E aí?! O que vocês acharam?

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